Por que planejar?

O exercício de planejar é um grande desafio para quem não está acostumado a isto. O que infelizmente é a grande maioria de nós. Mesmo que tenhamos certeza por depoimentos e estatísticas demonstrando o resultado conseguido por quem o pratica, ainda assim é comum esta ferramenta ser ignorada. É exercício de imaginação, raciocínio e projeção temperado com inteligência.

Se quiser experimentar, o primeiro passo é definir seu objetivo claro, que seja exequível, que tenha prazo certo para acontecer, que seja desafiador, mensurável… A partir daí, pensar em como atingí-lo dentro do período estabelecido. Projetar cada etapa necessária para que tudo se concretize e nos pontos de verificação para o “ajuste de rota” se necessário. Um dia destes ouvi um palestrante dizer que um dos grandes problemas ao se estabelecer um objetivo é que esta decisão nos obriga a abrir mão de todos os outros objetivos.

É muito comum definirmos uma meta e cairmos na armadilha de nos distraírmos com “oportunidades” que surgem pelo caminho e nos tiram do foco.

Na gestão de negócios, assim como na vida pessoal o planejamento faz diferença. Basta ter coragem de começar e não se desviar. E a medida em que se pratica, tudo tende a melhorar.

Pratique o planejamento e colha os resultados!

7 de janeiro de 2010 at 9:44 Deixe um comentário

Boas maneiras e civilidade.

Tenho percebido nos últimos tempos uma grande preocupação com a qualificação profissional desconsiderando o fato de que qualificação é apenas uma das características que compõem o bom profissional.
É com tristeza e alguma frustração que percebo o esquecimento do equilíbrio emocional, das boas maneiras e da civilidade. Coisas simples como cumprimentar os colegas ao chegar ou sair do ambiente de trabalho, ligar para as pessoas informando sobre imprevistos ou atrasos para um compromisso agendado, retornar as ligações telefônicas, recados e e-mails, conversar com os colegas usando as palavras mágicas “por favor” e “obrigada”, boa vontade, e paciência para ouvir uma solicitação, cortesia e até o bom, velho e elementar cumprimento dos horários.
Acredito que uma das causas responsáveis por este comportamento seja o fato dos relacionamentos não estarem recebendo a merecida importância.
As exigências do dia-a-dia são tantas e o tempo tem parecido tão curto que as pessoas não tem se dedicado a manutenção das amizades, vizinhanças, colegas, familiares…
Cuidar dos relacionamentos é um importante exercício de civilidade, convivência, equilíbrio além de proporcionar a oportunidade de aprender, tolerar, liderar, influenciar, debater idéias.
É sempre interessante lembrar que saber se relacionar é uma arte, e, conhecimento técnico, na maioria das vezes, pode ser alinhado, melhorado ou iniciado com dedicação, pesquisa e treinamento. Um não é suficiente sem o outro. E, nestes tempos em que vivemos o mercado saberá valorizar o profissional mais completo.

3 de janeiro de 2010 at 0:19 4 comentários

Empregabilidade e mercado de trabalho

Um dos fantasmas que afligem os estudantes que deixam as faculdades e cursos técnicos é o ingresso em um mercado de trabalho cada vez mais exigente e competitivo.

Os concorrentes, apesar de melhor preparados a cada dia, defrontam com o eterno problema da inexperiência e as empresas por sua vez, procuram aquele que tomará menos tempo em adaptação e oferecerá maior produtividade. Não é incomum o investimento em treinamento ser deficiente e o novo funcionário aprender sobre a empresa e suas rotinas “on the job”.

A empregabilidade entretanto, constitui uma série de elementos que juntos tornam o candidato mais ou menos atraente a organização. O capital intelectual é apenas um destes fatores. Vale lembrar entretanto que o mercado de trabalho vem valorizando muito as habilidades inter-pessoais. Neste caso, são também muito importantes, as boas maneiras e a civilidade, o bom senso no vestir, a iniciativa, a habilidade para trabalhar em equipe. A maior parte destas habilidades é construída ao longo da vida através de convívio familiar e social e não podem ser mascaradas principalmente frente aos processos atuais de seleção que se utilizam de jogos e dinâmicas. Ainda assim, todas podem ser aprendidas.

Este cenário mostra que mesmo com tanta competitividade, existe um mercado carente de mão de obra qualificada em várias áreas e ansioso por conseguir recrutar os melhores profissionais com diferenciais significativos e relevantes. Um bom exemplo são as empresas que oferecem um produto ou serviço customizado, como no ramo de informática.

Para solucionar a questão da dificuldade de captação de profissionais, algumas empresas estão formando sua própria mão de obra oferecendo cursos de capacitação em seus produtos e observando os alunos a procura daqueles potencialmente promissores. Uma oportunidade muito atraente para quem procura um bom local de trabalho e uma carreira com boas perspectivas.

O processo consiste em pré-inscrição, análise curricular e entrevista que seleciona os candidatos de acordo com o perfil adequado a organização. Em alguns casos, a inscrição assim como o curso facilitando aos candidatos o acesso a informação. Os melhores alunos, detectados a partir de observação durante as aulas, são convidados a uma experiência e frequentemente são contratados.

Um exemplo é a empresa mineira CEOsoftware (www.ceosoftware.com.br).

O processo de seleção para os cursos é permanente e a pré inscrição pode ser feita via e-mail. Vale a pena conferir.

29 de dezembro de 2009 at 22:14 Deixe um comentário


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